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Trump indica neta de Billy Graham para cargo de embaixadora-geral da Liberdade Religiosa Internacional

Jane "Cissie" Graham Lynch, filha de Franklin Graham, foi indicada para representar os EUA na promoção da liberdade religiosa no exterior; nome ainda precisa ser confirmado pelo Senado

Trump indica neta de Billy Graham para cargo de embaixadora-geral da Liberdade Religiosa Internacional
Trump indica neta de Billy Graham para cargo de embaixadora-geral da Liberdade Religiosa Internacional (Foto: Reprodução)

Por RAIMISON COSTA – Rádio Shekinah


São Paulo (SP) — O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicou Jane "Cissie" Graham Lynch para ocupar o cargo de embaixadora-geral dos Estados Unidos para a Liberdade Religiosa Internacional. A indicação foi encaminhada ao Senado americano em 14 de setembro, e a confirmação pelos senadores ainda é necessária para que ela assuma oficialmente a função.


Quem é Cissie Graham Lynch


Cissie Lynch é filha do evangelista Franklin Graham e neta do lendário evangelista Billy Graham. Ela possui atuação ligada a organizações fundadas ou lideradas por sua família, incluindo a Billy Graham Evangelistic Association e a Samaritan's Purse. Além disso, já participou do Conselho Consultivo Evangélico Executivo do Conselho de Fé de Trump durante o primeiro mandato do presidente.


O pedido de oração


Ao anunciar a indicação, Lynch afirmou que recebeu o convite de Trump para exercer a função e destacou que considera a possibilidade de assumir o posto uma honra.


"O presidente Donald J. Trump me convidou para servir como Embaixador Itinerante dos EUA para a Liberdade Religiosa Internacional. Seria uma grande honra e um privilégio aceitar o cargo", declarou.


Ela também pediu orações caso sua indicação seja aprovada pelo Senado:


"Se confirmado pelo Senado, peço que orem para que eu sirva com excelência e aproveite ao máximo cada oportunidade para proteger nosso direito mais precioso e fundamental — e um direito que muitas pessoas ao redor do mundo ainda não desfrutam — a liberdade religiosa."


O que faz o embaixador-geral para a Liberdade Religiosa Internacional?


A função está relacionada à atuação diplomática dos Estados Unidos na defesa da liberdade religiosa em outros países. O embaixador-geral atua como principal assessor do presidente e do secretário de Estado em assuntos relacionados à liberdade religiosa no exterior.


O cargo foi criado a partir da International Religious Freedom Act de 1998. Entre suas atribuições estão representar diplomaticamente os Estados Unidos em questões relacionadas à liberdade religiosa e auxiliar na formulação da política externa americana sobre o tema.


Cargo estava sem titular desde 2025


A posição estava sem um titular confirmado desde janeiro de 2025. Durante o período, Isaac Six exerceu a função em caráter interino. Antes disso, o governo Trump havia indicado Mark Walker para o posto, mas a indicação não avançou no Senado e acabou expirando no Congresso.


Franklin Graham reage à indicação


Franklin Graham também se manifestou sobre a escolha da filha. O evangelista afirmou que Cissie possui experiência internacional e acompanha o tema da liberdade religiosa há anos.


"Cissie é excepcionalmente qualificada para isso — ela viajou pelo mundo e estuda esse assunto há muitos anos", escreveu Graham.


Ele acrescentou que ela possui conhecimento sobre os desafios relacionados à liberdade religiosa e pediu que os cristãos orem por ela.


"Não poderia estar mais orgulhoso dela, e peço que orem para que Deus lhe dê sabedoria e força."


Apoio de líderes religiosos


A indicação também recebeu manifestação favorável de David Trimble, presidente do Religious Freedom Institute. Segundo ele, a perseguição religiosa continua sendo um problema internacional e o cargo possui importância estratégica na política externa dos Estados Unidos.


Próximos passos


Agora, Jane "Cissie" Graham Lynch aguarda a análise e eventual confirmação do Senado americano para assumir oficialmente a função. Caso aprovada, ela se tornará a principal voz diplomática dos EUA na defesa da liberdade religiosa ao redor do mundo — uma pauta especialmente sensível para cristãos perseguidos em países como Coreia do Norte, Paquistão, Irã e Nigéria.

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